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Diagnóstico e planejamento

Antes da estética, a saúde. Problemas dentários e gengivais deverão ter prioridade sobre qualquer tratamento clareador. Outro ponto de suma importância: a queixa estética deverá sempre partir do cliente. Nunca um profissional deverá despertar o cliente para um problema que possivelmente ele não tenha. Além da questão ética, o dentista poderá frustrar as expectativas por ele mesmo despertadas. Ou seja, embora o tratamento clareador possa alcançar excelentes resultados, este poderá estar longe de ser o esperado pelo paciente, uma vez que ele havia supervalorizado o tratamento clareador.

Para planejar e eleger o melhor tratamento, o dentista deverá colher o maior número de informações possíveis, tanto sobre a alteração da cor, quanto à saúde bucal e geral do paciente. Entre elas:

1- Anamnese e questionário de saúde completos.

2- Anotar a cor das manchas e quando elas surgiram. Se o aparecimento foi lento ou rápido.

3- Histórias de traumatismos (quedas, batidas, brigas, etc.).

4- Histórias sobre possíveis tratamentos de canal

5- Se o paciente já foi submetido a outros tratamentos clareadores.

6- Tomar radiografias.

7- Tirar fotos antes e depois do tratamento.

Elegendo-se então o procedimento clareador, o dentista deve informar ao paciente sobre a expectativa real de clareamento, os riscos e o tempo de tratamento e a duração do efeito clareador.

 

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